11 Março 2006

"E o tal do mundo não se acabou..."
Muita correria no segundo semestre de 2005. Resultado: blog desatualizado. Como tudo o que eu estava fazendo deu certo, a tranqüilidade tomou conta de mim durante esses dois primeiros meses de 2006. Daí veio a preguiça de organizar o Musak. Até fiz uns testes de como ficaria sem essa tabela - que aparece direitinho no Internet Explorer e não aparece no Firefox - mas acabei desistindo. Agora, penso seriamente em colocar a minha rede em uma daquelas sombras oferecidas lá no Vilago, já que o slogan é: "boa vizinhança, sombra e água fresca". Por enquanto, este espaço aqui vai dando um de macaco gordo e quebrando um baita galho para mim.

Mudando de saco pra mala
Aliás, falando em sombra... minhas férias foram ótimas. Eu e Carlinha aproveitamos 7 dias em Maceió/AL e outros 15 dias em Mariscal/SC. Eu que não gosto muito da palavra perfeição, mas tenho que me render: minhas férias foram perfeitas!!! ;)
Quando der, posto uma foto da viagem. Pena que não dê para mostrar a boa brisa que é acompanhada do sol e do mar verde (e quentinho) daquela terra. Brisa esta que faz com que a gente fique tostada, mas vale a pena. Protetor fator 50 quebra um galho e o resto é só alegria.

O ano de 2006
Nossa! entrei com pé direito neste ano e quero continuar assim. Tenho tanta coisa para fazer, mas estou feliz. Saiu aquela angústia que me acompanhou até os últimos minutos do ano passado. Nunca me senti tão leve como agora. Sei lá porque estou assim. Deve ser porque finalizei etapas e estou estruturando um novo ciclo.
Ciclo. Por falar nisso bate com uma questão numerológica, que eu não acredito cegamente, mas que presto atenção. OK, eu explico. No ano passado, eu estava no meu ano 8. O número 8, assim como o 4, são mais difíceis. Representa tanto trabalhar muito como passar trabalho, dificuldade. E foi bem o que passei. Agora é diferente, estou em transição. E o ano 9 apesar de representar finalizações, prepara o terreno para os novos rumos e projetos, que vem lá com o número 1.
Não sei é coincidência ou se é o meu conhecimento mínimo que me faz ver as coisas dessa forma. Em linhas gerais (e superficiais) é como se o ciclo fosse assim:
1 - início, rumo a novos projetos;
2 - plantar para depois colher;
3 - ano onde tudo ferve, se divulga. Ano de muitos contatos;
4 - depois de criar, organizar e divulgar, vem a dificuldade: é preciso trabalhar para que a casa que até agora foi montada não desmorone;
5 - depois de tanto trabalho é tempo de vir resultados e, também, coisas novas. É o tempo das mudanças;
6 - é quando tende a ficar mais light. Afinal, é tempo de harmonia;
7 - o mais introspectivo. Não adianta só fazer, é preciso olhar para dentro para não se perder na poeira;
8 - ok, já mudou, descansou e pensou na vida. Acoooorda! É hora de voltar a trabalhar, é preciso estruturar algo para o novo ciclo;
9 - Hora de dar uma limpada no armário. Durante esse ciclo deve ter coisas dispensáveis e outras importantes para os novos rumos que se aproximam

E siga em frente...


Na verdade, acho interessante essa visão. Sou curiosa quanto a isso tudo. Gosto daquilo que me faz bem, pensar dessa forma me renova. Ainda mais quando não me contento em só me comparar com outras pessoas. Não gosto de comparar a desgraça dos outros com a minha boa fase. Quem nunca ouviu uma coisa dessas? "Não reclama, porque tem gente muito pior que isso" Pergunto: como isso pode motivar alguém? Quem está pior que eu só me traz tristeza. Não me deixa feliz pensar que estou menos pior. Tampouco quero ser melhor. Eu quero me sentir bem. Melhor ainda se vejo que aqueles que estão por perto se sentem bem.
Sinceramente, eu quero novos rumos. Chega de tanta angústia. Já passou, já transformou e, agora, é tempo de dar lugar para outras sensações!

Música que nunca falta
Nesse ritmo mais leve e desbravador em que eu me encontro, tenho deixado meus ouvidos mais relaxados para a música (que eu amo tanto). Além de escutar muito Jorge Drexler, Diana Krall, John Mayer, Ceumar, Lenine, Ná Ozzetti... tenho procurado outras melodias e ritmos. Música cubana e tango tem tocado mais freqüentemente.
Perto da formatura eu estava escutando mais músicas dos anos 60 e 70. Bread me pegou bastante (adoro as vozes dessa banda),assim como a disco music. Adoro voltar no tempo. Tenho épocas mais fortes, embora escute de tudo, mesmo.

Boa surpresa foi escutar a banda Trash Pour 4, lá na Rádio UOL. Traz hits pop em inglês e com novos arranjos. Até "Billie Jean" do Michael Jackson ficou legal na voz das vocalistas dessa banda. Aconselho dar uma espiadinha no site deles: site da TP4

Estou bastante curiosa para escutar os DOIS novos CD's da Marisa Monte. Pelo o que me pareceu, após breve navegada no site da cantora, é que o CD "Universo ao meu redor" resgata aquele perfil da Marisa que ficou no disco "Cor-de-rosa e carvão...". O outro: "Infinito particular", tem um toque mais pop e um título até que interessante, mas não sei... Espero que a febre tribalista saia um pouco, pelo menos. Deste último, achei interessante encontrar uma música de autoria da Marisa com a Adriana Calcanhotto, chamada "Pelo tempo que durar". Bom, só conferindo para saber. Tomara que esteja melhor que os dois últimos trabalhos da cantora.


Bem, era isso.

Musak [00:45] |  


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